7 práticas de e-mail que devem morrer em 2016

7 práticas de e-mail que devem morrer em 2016

Esqueça tudo o que você aprendeu sobre e-mails em 2015. Esse ano será muito menos simples. Hoje, com os consumidores buscando cada vez mais atingir o conceito de “caixa de entrada zerada”, os profissionais de marketing precisam estar bem equipados e garantir que suas mensagens não só cheguem a sua caixa de entrada como sobrevivam à limpeza em massa.

Para ajudá-lo nesse processo, listamos abaixo 7 dicas para tirar o seu e-mail da rotina em 2016.

Enviar e-mails sem link para descadastramento

Embora pareça ser um tiro no pé, a verdade é que você deve sim deixar opções claras para que os usuários se descadastrem da sua lista de e-mails. Você pode até não enxergar o seu e-mail como um “e-mail marketing” por si só, mas as pessoas ainda assim devem ter a opção de se descadastrar.

O usuário pode não estar mais interessado no seu produto ou serviço, ou até não ter disposição para seguir adiante no funil de compra. Em ambos os casos, a consequência de não incluir essa opção é sempre muito clara. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma lei que define uma multa de 16 mil dólares por mensagem enviada sem autorização, mas aqui no Brasil, por enquanto, a punição fica a cargo dos provedores de e-mail, que podem entregá-lo ao usuário – ou não – como e quando quiserem.

E-mails genéricos para audiências desconhecidas

Os usuários de e-mail estão mais impacientes do que nunca, isso está diretamente relacionado à quantidade de informação que eles recebem diariamente e à existência de outras maneiras de chamar a atenção.

Logo, a prática de enviar e-mails genéricos para audiências desconhecidas está, aos poucos, se tornando obsoleta. Ao invés disso, os profissionais de marketing estão utilizando segmentações comportamentais para atingir grupos específicos de acordo com o alcance no funil de compra.

Títulos de e-mail com cara de spam

Você tem apenas uma chance de causar uma boa impressão. Isso também é muito válido para envio de e-mails. Em geral, as pessoas observam primeiro o título para depois conferir por quem ele foi enviado, logo ele representa o pitch para fazer que seus leads tenham vontade de abrir e ler seu conteúdo.

Em 2016, os profissionais de marketing devem escolher cuidadosamente os títulos de seus e-mails para reduzir a probabilidade de serem considerados spam. Com dezenas de e-mails na caixa de entrada, muitos e-mails são deletados antes mesmo de serem abertos, o que pode afetar significativamente sua CTR e taxa de conversão.

Assinaturas exageradas

Você tem um produto fabuloso e você é um empreendedor extraordinário. Legal. Mas isso não significa que você deve incluir todo e qualquer meio de contato e diversas menções com elogios ou prêmios que você conquistou na sua assinatura. Garanta que você não está cansando seus clientes, que podem apenas querer entrar em contato com você para enviar uma pergunta ou um comentário.

Ao adicionar muitos detalhes e muito conteúdo na sua assinatura, ao final de um e-mail, você pode fazer com que seus leitores não prestem muita atenção ao conteúdo que realmente importa na mensagem.

E-mails não responsivos

Enviar e-mails não responsivos é coisa do passado. Se você ainda insiste em subestimar o design responsivo, pense em como o uso de e-mails em celulares está crescendo: hoje, aproximadamente 50% dos e-mails são abertos em um smartphone. Isso tem um impacto significativo na maneira de enxergar o e-mail responsivo na estratégia de design.

Seu e-mail marketing deve ser responsivo e se ajustar em diversos dispositivos para que o usuário tenha uma boa experiência

Seu e-mail marketing deve ser responsivo e se ajustar em diversos dispositivos para que o usuário tenha uma boa experiência.

Os profissionais de marketing devem se preocupar, do começo ao fim, com como os e-mails serão exibidos nos celulares e nos tablets. Algumas ferramentas, como a GetResponse por exemplo, podem ser bem úteis nesse momento, possibilitando que os usuários façam testes AB para campanhas específicas de modo a comprovar a importância dos e-mails responsivos.

Enviar e-mails sem medir a performance

Você não pode gerenciar o que você não pode medir. Simples assim. 2016 promete ser um ano faminto por dados e métricas, já que as organizações precisam provar suas hipóteses e tomar decisões baseadas em dados para se manterem competitivas.

Os profissionais de marketing devem considerar utilizar algum sistema de medição e rastreamento de dados para acompanhar o desempenho das campanhas de e-mail, seja ele em relação à taca de abertura ou conversão.

Utilizar múltiplos calls-to-action

Você provavelmente deve receber dezenas de e-mails diariamente, incluindo e-mails relacionados ao seu trabalho, ofertas, promoções e até mesmo mensagens spam. Por isso, os profissionais de marketing devem ser cuidadosos ao enviar e-mails com muitos call-to-actions. Usuários expostos a muitos call-to-actions normalmente acabam ficando confusos com tantas mensagens e falhando ao se deparar com o funil de compra.

Considere utilizar menos CTAs, porém mais focados, com mensagens claras e diretas para ajudar seus usuários a entender quais os próximos passos no processo de compra.

 

Para ser bem-sucedida em 2016, a estratégia de e-mails deve ser segmentada, concisa, baseada em dados, acompanhada por medições de desempenho, responsiva e extremamente focada, com CTAs diretos para guiar os usuários corretamente. Que seja um ano de muitas conversões!

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E-mail Marketing

Graduada em Engenharia Mecânica, encantou-se por tecnologia e a aplicação da matemática voltada para o marketing à primeira vista. Na Rocket Internet, onde atuou como CMO, mostrou por A mais B o potencial dos números aplicado ao marketing, tornando-se rapidamente uma das profissionais mais cotadas no grupo, onde com frequência colocava marmanjos para chorar utilizando apenas uma planilha de Excel. Nas horas vagas, Juliana dedica seu tempo ao empreendedorismo, fotografia e viagens.

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